Saudações Tricolores. Foi muito bom ganhar no sábado. Na noite gelada, Tcheco e Souza comandaram a virada contra um adversário "murrinha". É isso mesmo. Duas coisas que passaram quase despercebidas: Tcheco jogou muito enquanto esteve em campo e o Santo André é uma adversário complicado, bom toque de bola, cheio de alternativas. Vai incomodar muita gente, assim como o Avaí que fez 4 vitórias nos últimos jogos. Como eu sempre digo, Tcheco é fundamental para o desempenho do time. Se as vezes ele não vai bem, dificilmente conseguimos outras alternativas na partida. Por isso a torcida pega no pé dele, mas este Mosqueteiro considera a cobrança injusta. Ele é capitão, camiseta, comprometido, um cara 100%. Pediu para jogar no Grêmio. Ainda assim leva pau da social. Aliás, todo o sócio deveria fazer um estágio na Geral para aprender a torcer. Quanto ao resto do time, continuo achando que tem muito potencial, principalmente por atuações de exceção que já vimos este ano. O problema é a constância. Ainda não estou 100% convencido da idéia de jogarmos com um zagueiro improvisado na lateral direita, mas por um lado é muito bom para o Mário pegar ritimo de jogo e experiência. Se o chute do Herrera que deu na trave tivesse sido gol, ele teria sido destaque também. Injustiça não ter sido lembrado, para mim ele foi muito bem. De resto, estou confiante com a gestão Paulo Autuori. Dentro da política do treinadorismo, acho que temos uma das melhores opções com ele. Faz muito, muito tempo que eu não tinha esperança do time voltar melhor do intervalo, e agora isso acontece. Acho que não tem melhor maneira de se avaliar o trabalho de um técnico.
terça-feira, 28 de julho de 2009
Com Auturi o Time Volta Melhor do Intervalo
Saudações Tricolores. Foi muito bom ganhar no sábado. Na noite gelada, Tcheco e Souza comandaram a virada contra um adversário "murrinha". É isso mesmo. Duas coisas que passaram quase despercebidas: Tcheco jogou muito enquanto esteve em campo e o Santo André é uma adversário complicado, bom toque de bola, cheio de alternativas. Vai incomodar muita gente, assim como o Avaí que fez 4 vitórias nos últimos jogos. Como eu sempre digo, Tcheco é fundamental para o desempenho do time. Se as vezes ele não vai bem, dificilmente conseguimos outras alternativas na partida. Por isso a torcida pega no pé dele, mas este Mosqueteiro considera a cobrança injusta. Ele é capitão, camiseta, comprometido, um cara 100%. Pediu para jogar no Grêmio. Ainda assim leva pau da social. Aliás, todo o sócio deveria fazer um estágio na Geral para aprender a torcer. Quanto ao resto do time, continuo achando que tem muito potencial, principalmente por atuações de exceção que já vimos este ano. O problema é a constância. Ainda não estou 100% convencido da idéia de jogarmos com um zagueiro improvisado na lateral direita, mas por um lado é muito bom para o Mário pegar ritimo de jogo e experiência. Se o chute do Herrera que deu na trave tivesse sido gol, ele teria sido destaque também. Injustiça não ter sido lembrado, para mim ele foi muito bem. De resto, estou confiante com a gestão Paulo Autuori. Dentro da política do treinadorismo, acho que temos uma das melhores opções com ele. Faz muito, muito tempo que eu não tinha esperança do time voltar melhor do intervalo, e agora isso acontece. Acho que não tem melhor maneira de se avaliar o trabalho de um técnico.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Na Ressacada, a Ressaca do Tricolor.
Saudações Tricolores. Não existe essa de qual o verdadeiro Grêmio, o de ontem ou o de domingo. Este Mosqueteiro credita a atuação molenga de ontem a ressaca do Grenal. Ponto final. Infelizmente é assim, cada jogo é uma história e ninguém ganha nada pela grande atuação da semana passada. Mas ontem não foi tão diferente das outras atuações fora de casa. Tirando o fato de que agora estamos em uma única competição, NADA JUSTIFICA outras atuações com esta postura. PelamordeDeus, porque não entram em campo mordendo? Porque entram com o pé mole, porque deixam o adversário demonstrar mais TESÃO por ganhar do que nós? E porque quando jogamos no Olímpico isso não acontece? Será que a presença da torcida "motiva" mais os nossos jogadores? Será que precisam ser recebidos na volta com um calor no aeroporto? Porra, até o mais desavisado gremista sabe que jogar em Floripa é guerra, aliás, como gostam de nos vencer. Quando jogam com os cariocas e paulistas, é aquela moleza. Quando enfrentam os gaúchos, aí é um Vietnam. Mas ninguém venha me dizer que o Avai é mais pedreira que o Corinthians do Mano ou que os macacos do aterro. A culpa não é do Tcheco, como muitos falaram. Mas é como eu sempre digo, quando ele vai bem, o Grêmio vai bem... ninguém jogou nada e até o Mário que domingo foi destaque, afundou. Que jogo para esquecer. Ah, só uma coisa, temos que descontar desta bronca toda os Argentinos Herrera e Maxi, porque para eles não tem jogo mole, nem jogado, nem nada. Depois o celerado do João Garcia da Band reclama que a torcida do Grêmio adora qualquer jogador que fale Castelhano. Entende agora seu burro? O Herrera tá certo, comparado com os jogos na Argentina e Uruguai, estamos jogando um futebol de maricas, onde qualquer encostão é falta, qualquer carrinho é o fim do mundo. Culpa da Globo, que transformou até a Libertadores em um jogo metrosexual. Estou temendo que as declarações sejam punidas com arbitragens cada vez mais duras contra nós, em contraposição ao co-irmão que faz dois gols irregulares no grande São Paulo. Não foi contra o Náutico, foi contra o São Paulo. Tudo pela política de boa vizinhança, presentinhos e outras beneces que os vermelhos dedicam a arbitragem. Agora vamos passar a régua. Para os mais desesperados eu pergunto se algum gremista preferia ter perdido o Grenal e ganho do Avai? Foi o preço pelo domingo. Daqui para frente - na minha humilde opninão - o que temos que fazer é ESTICAR A CORDA, como sempre, como Grêmio. Só isso. Cada jogo uma decisão, dentro ou fora, uma guerra. Caso contrário, estaremos confinados ao miolo da tabela.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Vitória do Treinador
Saudações Tricolores. Ganhamos e ganhamos bem. Amassamos o real madrid da beira do aterro com seus galáticos e sua impáfia. Não teve pênalti roubado nem falta batida rapidinho nem gol impedido, nem nada. Foi só na bola e na raça. Bastou não ter nada de anormal na arbitragem, coisa que eu - confesso - não acreditava. Tudo me levava a pensar que mais uma vez teríamos uma arbitragem covarde e condicionada, embora expulsar o Gñazu seja um dever de qualquer árbitro, mas o Gaciba quis - como sempre - administrar. Fez de tudo para levar o jogo para um bom empate. A falta que originou o golaço do Souza só foi marcada porque era de muito longe. Na risca da área teria passado em branco. Todo Batismo tem uma Crisma e ontem foi o dia. O Próximo Sacramento só daqui a 100 anos e até lá a História é AZUL. Parece que o 2006 Futebol Clube caminha para a desmontagem ao estilo Titanic, direto pro fundo. Sobre a atuação do Imortal, eu saúdo o Paulo Autuori. Tenho a convicção que se no vestiário estivesse o Sexy Roth, a postura do segundo tempo seria no mínimo cautelosa. Na entrevista ele falou: - Quem quer ganhar, tem que arriscar. Alguém imagina o Mário Fernandes entrando no lugar do Paulo Sérgio ou do Makelelê ? Pois é. A atuação começou aqui, no estado anímico dos jogadores, em acreditar que era possível. Ninguém é muito superior a ninguém neste Sambão09 e com um jóquei de verdade, com estas últimas vitórias convincientes, temos boas chances de brigar pelo topo da tabela.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Quando Tcheco vai bem, o Grêmio vai bem.

Saudações Tricolores. Já fazia algum tempo que uma semana não começava tão bem para nós gremistas. Este Mosqueteiro, como diversos com quem conversei ontem no jogo, quer acreditar que tem sim o dedo do técnico nestas duas vitórias. Sabemos que o futebol muitas vezes é circustancial. Lembro que quando tomamos um gol do Atlético Paranaense a casa quase caiu, tamanho o nervosismo dos jogadores. Ontem controlamos bem o jogo e quando o adversário esteve para marcar o Victor fez a diferença. Aliás, esta frase resume sua participação no time. Quando precisa, ele faz a diferença. Ganhar é sempre bom, mas existem vitórias que escondem problemas e mascaram deficiências. Não foi o caso ontem. Como nas últimas partidas, a equipe começou empilhando oportunidades de gol, a diferença das duas últimas é a efetividade, para usar uma palavra da moda. Claro que os mais cétics podem dizer que o adversário não estava com força máxima ou não se esforçou para ganhar. O Timão pode estar ainda de ressaca, mas não veio aqui entregar o jogo, muito menos de goleada. Também ouvi na semana passada que o tal "furacão" não era parâmetro para nada e que a vitória era enganadora. Não sei não. Desconfio que estamos diante do Brasileirão, ou melhor, Sambão09 (direitos autorais para os amigos do Grêmio Libertador 2.0) mais equilibrado dos últimos tempos e que estamos na briga. Do jogo de ontem, onde absolutamente tudo deu certo, inclusive com o Adilson cruzando na cabeça do Jonas (quando em geral ele erra bisonhamente passes de 2 metros) e com o Alex Mineiro desencantando, eu tiro a seguinte frase: Quando o Tcheco vai bem, o Grêmio vai bem. Só quero lamentar as ruas fechadas e a tranqueira infernal para se chegar ao Olímpico. Falei com a EPTC e me informaram que era orientação da Brigada. Quando não é uma coisa é outra.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Meira na Direção, Rumo a 2a. Divisão
Saudações Tricolores. No início do ano este Mosqueteiro alertou sobre a manutenção de Humberto Teixeira no cargo de preparador físico, depois de tanto tempo afastado da função. Chamei isso de Aposta de Risco. Agora, silenciosamente, estamos assistindo o ilustre Luiz Onofre Meira assumir a coordenação máxima do Futebol Tricolor. Aos mais desavisados, quero lembrar que Meira já contribuiu decisivamente com o Departamento de Futebol em outras oportunidades, especialmente NAS DUAS VEZES que antecederam a queda para a Série B. Agora, Meira assume dizendo que vai REFORMULAR a equipe, a mesma que ele ajudou a FORMULAR. Em síntese, vai reformular o que ele formulou. Tudo isso com a bênção do nosso Líder, Duda Kroeff. Eleito pela influência direta do Dr. Fábio Koff, Duda rompeu com Koff logo depois que assumiu. Desdenhou suas recomendações. Ignorou todas as sugestões de contratações. Decidiu seguir seu próprio caminho. Como se diz por aqui, Duda comeu e virou o coxo. Imagino que o Dr. Fábio Korr esteja passando por maus momentos, por ter confiado na pessoa errada. Traindo Koff e apostando em Meira para o comando do Futebol, Duda Kroeff fez sua aposta de risco. Só que nesta aposta, o cacife é muito alto. Se ele perder, perderemos todos nós. Como diria Emídio Perondi, esta que é a verdade, esta que é a realidade.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Eu te entendendo Duda Kroeff.
Saudações Tricolores. Pois é presidente, eu concordo com o senhor. Confesso que minha primeira reação à sua declaração publicada no ClicRBS foi de incredulidade. Tive que ler duas, três vezes. Recordei-me do Obino, que Deus o tenha. Depois, pensando bem, entendi que sua vontade de "largar tudo" é bem justificada. Afinal, não é qualquer pessoa que demonstra a coragem necessária para assumir o cargo máximo do seu clube do coração. Nos últimos anos então, com exceção do Sr. Paulo Odone, todos os demais foram, ao que parece, convencidos, persuadidos, forçados, enfim, colocados no cargo meio que a contragosto. Então, é justo que o senhor sinta-se compelido a largar tudo. Tento imaginar quais argumentos o levaram a tamanho sarifício. Talvez tenham até mesmo evocado a memória do seu pai, nosso patrono, cheia de epísódios de entrega e dedicação, para convencê-lo a empresar seu nome a esta causa. Foram reunir-se em sua residência para convencê-lo a desempenhar uma tarefa para a qual o senhor jamais se fez voluntário. Chega a ser inexplicável que muitos Cardeais imponham todo tipo de barreira para novos gremistas entrarem no CD ou assumirem cargos diretivos, enquanto lá dentro, impere a politicagem e quase nenhum queria assumir voluntariamente atividades no clube. Não ajudam, mas não deixam os outros ajudarem. Seja como for, está muito claro agora que o amigo não é vocacionado para tamanha dificuldade que é presidir esta instituição centenária chamada Grêmio. Para isso, infelizmente, é necessário não apenas um sobrenome. É necessário uma postura, uma atitude, um destemor. É preciso inspirar confiança. É preciso LIDERAR. Presidir o Grêmio é vestir-se com o manto da imortalidade. Apesar do seu desabafo inoportuno, imagino que o senhor não pretenda renunciar antes do final do mandato. Sendo assim, eu lhe peço, FECHE SUA BOCA, antecipe as repercussões das suas declarações de virgem ingênua para esta imprensa vermelha e este Mosqueteiro permanecerá aos seus serviços.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Vergonha da Brigada Militar
Saudações Tricolores. Pois não é que ontem a Brigada resolveu apatifar o jogo? Pois eu imaginava tudo, xingamentos racistas, quebra-pau no jogo, menos esta estapafúrdia ação, desnecessária, vergonhosa, truculenta, ridícula, da Brigada Militar. De todas as categorias de brigadianos, de longe, a mais despreparada, são os cavalarianos, recrutados dos reconditos rincões, acostumados na lida dos cavalos e sem nenhum, absolutamente nenhum, preparo psicológico para discernir entre um pai de familia e um marginal. Aliás, sequer sabem a diferença entre a uma guria de 12 anos e um idoso de 70. São uns imbecis fardados, metendo cavalos de 500 kg em cima de uma multidão desarmada e indefesa. Como não se revoltar? Como não reagir? Uma coisa leva a outra, o que serve bem como desculpa para o Comando, dizendo que a multidão investiu contra os cavalos. Desde muito que noto uma má-vontade da BM contra a torcida tricolor, mas no aterro, tudo pode. Num jogo de uma só torcida, a Brigada quis ser protagonista, fez uso desnecessário da força e ainda foi merecedora de palavras "obinas" da nossa frouxa direção. Duda Kroeff que nada viu nem se interessou em ver, estava muito absorvido pela atmosfera do jogo. Se este Mosqueteiro fosse o Presidente estaria lá fora e só entraria em campo quando todos estivessem entrando, afinal, não deveria ser o Presidente o líder de todos os torcedores? Pois esta falta de atitude se reflete em tudo. Não temos uma liderança, temos um Presidente eleito por uma manobra política, revanchista, somente para alijar o Odone do Grêmio. É triste, mas é verdade.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
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