Saudações Tricolores. No recesso Tricolor, vou aproveitando a Copa para tirar a prova dos nove sobre a grande capacidade tática e estratégica dos treinadores de futebol.
E nestas, acabei encontrando mais um motivo para torcer para a Argentina, afinal Maradona comanda a seleção na base da sua experiência como super-craque ( além do folclore, óbviamente ). Motivação, papo de cantinho com os caras, descontração, motivação, enfim, qualquer coisa, menos os mirabolantes esquemas táticos que nos são empulhados nas entrevistas dos "professores" ou pela imprensa dita "especializada".
Nada de 3-5-2, 4-4-2, 3-4-2-1 ou outra combinação de cofre. E o melhor de tudo, sem essa putice de "uma formação para cada adversário".
Tudo bem, alguém vai me dizer que a Coréia do Norte e a Suíça fizeram bons enfrentamentos com adversários superiores graças a seguir a risca um bom e velho ferrolho.
Entretanto, hoje alguns dos "experts" devem ter ficados com os cabelos em pé, afinal a Sérvia nos apresentou um ponteirinho direito no mais tradicional estilo anos 70, aquele que volta e meia me jogam na cara dizendo que "não existe mais no futebol moderno". Pois o tal ponta direita deitou e rolou, efetuando cruzamentos insinuantes para o "pau-fincado" de quase 2m de altura que infernizou a zaga germânica. E o gol foi resultado de uma jogadinha a lá Paulo Nunes para Jardelão. ( Tá ele alí na foto, ajoelhado, entregue a uns carinhos culturais, afinal ).
Que coisa mais óbvia não é ? Foda é tentar meter bola para o William pelo meio, com jogadinhas trabalhadas para um jogador de fla-flu. Simples e óbvio, menos para os nossos "professores", com seus salários obscenos, estudiosos do assunto, profissionais da entrevista e teimosos feito mulas.
São eles os responsáveis por muitas derrotas, sempre tantando alguma "invencionice" para provar sua genialidade e justificar seu custo mensal.
Que falta faz um dirigente de futebol que reconheça um bom treinador sem grife, que faz o óbvio, a lá Rospide.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Recado para Adilson Batista
Também tu tens na memória todas aquelas conquistas, aquelas vitórias épicas, aquelas entregas de troféus e os inúmeros autógrafos e tapinhas nas costas que recebestes dentro do Barranco. Tanto isso é verdade, que viestes nos ajudar já como técnico, disposto a nos socorrer em momentos muito difíceis. A gente não esquece também.
Adilson, num ambiente inundado por relações embasadas no dinheiro, tu sempre fostes para nós alguém diferenciado, afinal, tivestes até mesmo a coragem de declarar para o mundo que faria como nós, torceria para o Barcelona.
Pois agora, Capitão, querem nos fazer acreditar que, depois de tudo o que passamos, voltarias para o Rio Grande para vestir vermelho. (latim vermiculus, -i, diminutivo de vermis, -is, verme).
Querem nos fazer acreditar que - por dinheiro - tu vais comandar o nosso maior rival.
Querem nos fazer acreditar que - em nome de um tal "profissionalismo" - vais dar o teu melhor para ajudar o tradicional adversário.
Adilson Dias Batista, tu que passou que passou tantos anos aqui na terra e que tem grandes amigos nesta cidade, pense bem o que vais fazer ao aceitar este dinheiro. Pois existem certas coisas que não se põe preço, não se compra, não se vende. Será que vais conseguir olhar no olho de cada um dos quase 10 milhões de gremistas e fazê-los acreditar que não traiu essa idolatria por dinheiro ? Vais conseguir frequentar os mesmos lugares, a Igreja da Cabral, o colégio da filha, mesmo sabendo que hoje, mais de 80% dos torcedores deste time são contrários a tua contratação justamente por te identificarem conosco ?
Este Mosqueteiro aqui, só mais um dentre tantos imortais torcedores gremistas acredita que seria agora o momento de tu fazer mais uma grande declaração:
Declara o teu amor pelo Grêmio e diga para eles apenas um - não, obrigado!
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Com um a menos, Grêmio mais uma vez é "quase".
Saudações Tricolores. Este Mosqueteiro retorna ao blog, infelizmente para comentar esta derrota para o São Paulo. Antes do jogo, qualquer gremista a vista das escalações e do contexto, se conformaria com uma derrota para o SPFC mesmo por 3 a 1. Mas aí, veio o jogo e suas circustâncias.
Ao fazer o 1o. gol do jogo, o Grêmio deu um alento para torcida. Quando o Rodrigo falhou no 1o. gol, e foi seguido pela falha BISONHA do Ozéia que tinha tudo para dar um bago naquela bola, ficamos todos lamentando a entregada. Depois veio o pênalti escandaloso cometido pelo Rodrigo, desperdiçado pelo Ceni e uma recuperação do time no jogo que mais uma vez trouxe os gremistas para frente da TV.
E dá-lhe perder gol, inclusive no segundo tempo. E como até os quero-quero do Olímpico sabem que " quem não faz, leva ", o Grêmio foi devidamente castigado.
Ao final, sobraram critícas merecidas para o Bruno Colaço e para o William.
Colaço, um dia poderá até parar na Seleção Brasileira (tal qual o Grafite, que era esculachado aqui) mas hoje não tem a menor condição de ser titular da lateral esquerda, posição que deve ser do Neuton em breve. E o William, macacos me mordam, era o mesmo que fazia gols no Avaí ? Não é possível que seja o mesmo cara. Porque eu lembro de um chute que ele deu no primeiro tempo, a meia altura, cruzado, que o Ceni mandou para escanteio. E que mais ele fez ? Errou e errou. Mas parece que suou muito e pelo visto é o que basta para jogar no Grêmio.
Concluo que jogamos desfalcados e mais uma vez com um jogador a menos e outra vez padecemos da síndrome do quase. Ficamos nos lamentando pelos gols perdidos, pelas chances desperdiçadas e nos conformamos com alguns lançes que "poderiam" ter mudado a cara do jogo. Que a parada da Copa nos seja favorável, pois para banir o William do time só mesmo com Jonas-Borges na ponta dos cascos.
Ao fazer o 1o. gol do jogo, o Grêmio deu um alento para torcida. Quando o Rodrigo falhou no 1o. gol, e foi seguido pela falha BISONHA do Ozéia que tinha tudo para dar um bago naquela bola, ficamos todos lamentando a entregada. Depois veio o pênalti escandaloso cometido pelo Rodrigo, desperdiçado pelo Ceni e uma recuperação do time no jogo que mais uma vez trouxe os gremistas para frente da TV.
E dá-lhe perder gol, inclusive no segundo tempo. E como até os quero-quero do Olímpico sabem que " quem não faz, leva ", o Grêmio foi devidamente castigado.
Ao final, sobraram critícas merecidas para o Bruno Colaço e para o William.
Colaço, um dia poderá até parar na Seleção Brasileira (tal qual o Grafite, que era esculachado aqui) mas hoje não tem a menor condição de ser titular da lateral esquerda, posição que deve ser do Neuton em breve. E o William, macacos me mordam, era o mesmo que fazia gols no Avaí ? Não é possível que seja o mesmo cara. Porque eu lembro de um chute que ele deu no primeiro tempo, a meia altura, cruzado, que o Ceni mandou para escanteio. E que mais ele fez ? Errou e errou. Mas parece que suou muito e pelo visto é o que basta para jogar no Grêmio.
Concluo que jogamos desfalcados e mais uma vez com um jogador a menos e outra vez padecemos da síndrome do quase. Ficamos nos lamentando pelos gols perdidos, pelas chances desperdiçadas e nos conformamos com alguns lançes que "poderiam" ter mudado a cara do jogo. Que a parada da Copa nos seja favorável, pois para banir o William do time só mesmo com Jonas-Borges na ponta dos cascos.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Ricardo Seibel de Freitas Lima
Este Mosqueteiro lamenta profundamente o falecimento do Ricardo Seibel de Freitas Lima, filho do nosso estimado Presidente do Conselho Deliberativo, Raul Régis de Freitas Lima. Uma grande perda para toda a família tricolor.
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